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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Corydora Sterbai Albina - Venda R$ 12,00

Nome popular: Coridora Sterbai Albina
Nome científico: Corydoras Sterbai - Burgess, 1982
Família: Callichthyidae
Origem: América do Sul / Rios Negro e Uaupés
Sociabilidade: cardume
pH: 5.6 a 7.0
Dureza da água: mole
Temperatura: 22ºC a 26ºC
Expectativa de vida: Cerca de 5 anos
Manutenção: Fácil
Tamanho adulto: Aproximadamente 5 a 6 cm
Alimentação: Onívora, aceita de tudo, se quiser incentivar a reprodução e manter sua coridora saudável, ofereça alimentos vivos pelo menos uma vez por semana, além disso, existem rações próprias para peixes de fundo que são muito boas.

Dimorfismo Sexual: É mais fácil sexá-las quando as vemos por cima, a fêmea costuma ter o ventre um pouco mais roliço que o do macho, também são um pouco maiores. Importante: estas características aparecem em peixes no final do estágio juvenil e em adultos, a diferença sexual entre filhotes é mais difícil de ser observada.
Comportamento: São peixes pacíficos, ativos e cardumeiros, podem ser facilmente mantidos em aquários comunitários, desde que com companheiros compatíveis.
Reprodução: Recomenda-se manter mais machos do que fêmeas, ofereça bastante alimento vivo para o grupo, quando as fêmeas estiverem visivelmente mais roliças (cheias de ovos) realize uma grande troca de água - cerca de 50% - que esteja levemente mais fria, aumente a vazão da filtragem criando uma leve correnteza e aumentando a oxigenação. Repita o procedimento até que as fêmeas desovem.
Os adultos não cuidam dos filhotes e irão comer os ovos se tiverem a oportunidade, então devem ser separados deles.
Os ovos, por sua vez, são aderentes e eclodirão dentro de alguns dias, após a eclosão, os alevinos irão consumir o saco vitelino, depois podem ser alimentados com nauplios de artêmia, microvermes, infusórios, ração específica para alevinos de ovíparos. Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes quando em aquários próprios para reprodução.

Tamanho mínimo do aquário: 50 litros.
Outras Informações: A expressão "armadura" é utilizada incorretamente para explicar o gênero Corydoras, na verdade, Cory = capacete e doras = pele. Corydoras foi escolhido em alusão às duas fileiras de placas ósseas que percorrem as laterais do corpo dos peixes deste gênero, o epíteto específico - adolfoi - foi escolhido em homenagem a Adolfo Schwartz, onde o "i" indica o sexo masculino.
CUIDADO - ALERTA: com tratamentos à base de sal grosso para acarás-disco ou sais para ciclídeos. Não podem ser utilizados no aquário onde estejam peixes de couro, como Botias, Corydoras e Cascudos (acabem vindo à óbito pela presença de sal). Caso necessite usar o sal com algum peixe específico, faça em aquário hospital.

Estes peixes apresentam sua coloração de forma vívida apenas quando mantidos em ambiente ideal, peixes em situação estressante (baterias de lojas, logo após o transporte, etc) podem apresentar coloração muito pálida, que é facilmente revertida ao ser transferido para um local com parâmetros e necessidades adequadas à espécie.
A maioria das coridoras vive junto ao substrato, infelizmente, este comportamento frequentemente leva ao erro de serem compradas e/ou vendidas como peixes que se alimentam de restos encontrados pelo aquário e que irão "limpar o fundo" do seu aquário. Embora elas se alimentem de pedaços de ração que cheguem ao substrato, não o mantém "limpo". Na verdade, a manutenção do substrato se torna ainda mais importante quando você mantém coridoras no aquário! Elas podem desenvolver sérias infecções nos barbilhões (aqueles filamentos que ficam ao redor da boca) quando mantidas em contato com substratos sujos ou em condições adversas.
Existe uma grande variedade de rações específicas para peixes de fundo (já citadas na parte destinada à alimentação delas), elas devem ser a base da alimentação das suas coridoras, nada de deixá-las se alimentando apenas de restos!
Apresentam raios duros nas nadadeiras, peitorais e dorsal, que servem como defesa contra predadores e não são raros os casos em que, ao manter peixes muito grandes junto com coridoras, as mesmas fiquem presas na boca do predador podendo levá-los à morte ou a infecções terríveis causadas pelos ferimentos.
Portanto, cuidado com os companheiros de aquário! Nada de deixá-las com peixes que apresentem bocas grandes o suficiente para tentar engolí-las.
O aquário ideal deve possuir um substrato fino que não machuque seus delicados barbilhões nem permita o acúmulo de detritos que possam contribuir para deteriorar a qualidade da água, sendo, neste caso, a areia o mais indicado. Caso opte por usar cascalho de rio – que possui granulometria maior – lembre-se  sempre de sifonar bem o fundo para evitar o acúmulo de detritos. Folhas e troncos também são recomendados, a iluminação não deve ser muito forte e, apesar da ampla faixa de pH e GH, preferem águas mais ácidas e moles.

Igualmente importante é a manutenção constante da temperatura da água para evitar quedas bruscas que podem levar à debilitação do sistema imunológico do animal e ao surgimento de doenças. Esta manutenção é atingida com o auxílio de aquecedores e/ou termostatos – sendo  os últimos mais recomendados, por possuírem um mecanismo que controla a temperatura evitando assim o aquecimento excessivo da água do aquário – e  ela é monitorada utilizando-se termômetros que podem ser tanto internos quanto externos. Acessando a nossa área intitulada "Temperatura" você encontra várias opções de termômetros, aquecedores e termostatos.
São peixes ditos "de couro" e possuem uma camada muito mais fina (podendo até mesmo estar ausente) de muco epitelial externo, não suportam a presença de sal na água (NaCl), pois ele pode facilmente levá-los à morte por desidratação rapidamente devido à grande diferença osmótica criada, à qual não estão adaptados e não são capazes de enfrentar!!!
Peixes que podem ser colocados com corydoras: além de outros corydoras machos e fêmeas de quaisquer outras variantes, pode colocá-los juntamente com todos os peixes de pH ácido, exceção para os peixes de rio (pois, como são carnívoros). Pode adaptá-los para pH neutro e colocar com todos os peixes deste pH. Não recomendamos colocá-lo em pH alcalino, por diminuir sua expectativa de vida de horas (depende da aclimtação) à anos e irá maltratá-los silenciosamente, forçando sua natureza (não concordamos).
- Pode-se criá-los em aquário quarentena (somente vidro, filtro tipo hang on e termostato) para engorda e crescimento, alimente-os com duas ou mais rações de qualidade (para dar variedade), alimento congelado e vivo em abundância (alimentação de 2 a 3 vezes ao dia), troca parcial de água (TPA) a cada 2 dias (15%), é indicado o uso de Garlic, Vitaminas e Sais* (não utilize nenhum tipo de sal para peixes de couro, como cascudos, botias e corydoras, entre outros). Cerca de 5 a 9 meses estarão juvenis e com tamanho de competição com outros animais adultos do aquário principal.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

DOJO COMUM - 5 a 9 cm - R$ 9,00

Nome Popular: Dojo, Pond Loach, Oriental Weather Loach
Nome Científico: Misgurnus anguillicaudatus, Cantor, 1842
Família: Cobitidae
Origem: Ásia
Sociabilidade: Sozinho / Grupos
pH: 6.5 a 7.5
Temperatura: 20 a 25ºC
Dureza da água: Mole
Expectativa de vida: Cerca de 7 a 10 anos
Manutenção: Fácil
Tamanho adulto: Aproximadamente 20 a 28 cm

Alimentação: Onívora, aceita de tudo, se quiser incentivar a reprodução e manter seu peixe saudável, ofereça alimentos vivos e proteína vegetal pelo menos uma vez por semana, além disso, existem rações próprias para peixes de fundo que são muito boas.


Dimorfismo sexual: O macho tem as nadadeiras peitorais em formato triangular enquanto as da fêmea são arredondadas, além disso ela possui o ventre um pouco mais roliço que o do macho. Importante: estas características aparecem em peixes no final do estágio juvenil e em adultos, a diferença sexual entre filhotes é mais difícil de ser observada.

Comportamento:  São peixes que gostam de se enterrar no substrato, portanto recomenda-se utilizar um que não os machuque e seja fácil de cavar, como a areia.

Reprodução: A fêmea libera os ovos e o macho os fertiliza, os adultos não cuidam dos filhotes e irão comer os ovos se tiverem a oportunidade, então devem ser separados deles.

Os ovos, por sua vez, eclodirão dentro de alguns dias, após a eclosão, os alevinos irão consumir o saco vitelino, depois podem ser alimentados com nauplios de artêmia, microvermes, infusórios, ração específica para alevinos de ovíparos.

Existe uma população destes peixes, encontrada no Japão, cujas fêmeas conseguem se reproduzir sem a presença de machos da espécie. Apenas a presença de esperma na água (mesmo que de outra espécie de peixe) já é um estímulo para que as fêmeas liberem os ovos e que estes se desenvolvam sozinhos.

Recomenda-se usar filtro interno de espuma ou então colocar perlon na entrada de água do filtro externo para evitar sugar os filhotes quando em aquários próprios para reprodução.

Tamanho mínimo do aquário: 200 litros.

Outras informações: Existe uma grande variedade de rações específicas para peixes de fundo (já citadas na parte destinada à alimentação deles), elas devem ser a base da alimentação dos seus peixes, nada de deixá-los se alimentando apenas de restos!

O aquário ideal deve possuir um substrato fino que facilite o hábito de se enterrarem, não machuque seus delicados barbilhões nem permita o acúmulo de detritos que possam contribuir para deteriorar a qualidade da água, sendo, neste caso, a areia o mais indicado. Caso opte por usar cascalho de rio – que possui granulometria maior – lembre-se sempre de sifonar bem o fundo para evitar o acúmulo de detritos. Folhas e troncos também são recomendados, a iluminação não deve ser muito forte e, apesar da ampla faixa de pH e GH, preferem águas mais ácidas e moles.

Estes peixes apresentam sua coloração de forma vívida apenas quando mantidos em ambiente ideal, peixes em situação estressante (baterias de lojas, logo após o transporte, etc) podem apresentar coloração muito pálida, que é facilmente revertida ao ser transferido para um local com parâmetros e necessidades adequadas à espécie.

Igualmente importante é a manutenção constante da temperatura da água para evitar quedas bruscas que podem levar à debilitação do sistema imunológico do animal e ao surgimento de doenças. Esta manutenção é atingida com o auxílio de aquecedores e/ou termostatos – sendo  os últimos mais recomendados, por possuírem um mecanismo que controla a temperatura evitando assim o aquecimento excessivo da água do aquário – e  ela é monitorada utilizando-se termômetros que podem ser tanto internos quanto externos. Acessando a nossa área intitulada “Temperatura” você encontra várias opções de termômetros, aquecedores e termostatos.

Corydoras Barbatus 3 a 6 cm - R$ 9,00

Nome científico- Corydoras barbatus.

Nome vulgar- Corydora-barbudo, corydora-filigrana ou corydora-tigre.

Família- Callichthydae.

Descrição: Espécie invulgarmente longa, coberta por duas caracteriscas filas de escamas placóides. Tem um padrão reticulado na parte frontal do corpo e uma risca estreita corre do meio da cabeça, da sua extremidade até ao começo da barbatana dorsal.

Origem- América do Sul (Brasil- Rio de Janeiro e São Paulo).

Dimensões- Até 9 cm.

Água- PH- 6.8 a 7 / DH- 0 a 1.

Alimentação- Omnívoro.

Características- Sente-se bem em pares mas, de preferência, em cardume.

Dimorfismo sexual- Os machos adultos apresentam cerdas na cabeça.


Peixe da família callichthydae atinge um tamanho de 9cm e é chamado também de corydoras-filigrana, e corydoras-tigre este é um omnívoro sente-se bem em pares mas de preferencia em cardume.
Gosta de águas com PH entre 7.0 a 6.8 e dureza 0 a 1 DH e uma temperatura de agua de 22 a 26 graus centígrados.
este peixinho é oriundo da América do Sul mais propriamente nos rios do Brasil em volta do Rio de Janeiro e São Paulo e um peixe muito activo depois do escurecer e o nome provem dos seus barbilhos é uma espécie invulgarmente longa coberto pelas duas características filas de escamas placóides. Tem um padrão reticulado na parte frontal do corpo e uma risca estreita corre do meio da cabeça, da sua extremidade até ao começo da barbatana dorsal os machos adultos apresentam cerdas na cabeça.

Corydoras nattereri 3 a 6 cm - R$ 9,00

Ficha Técnica

Ordem: Siluriformes — Família: Callichthyidae (Calictídeos)
Nomes Comuns: Coridora Azul — Inglês: Blue corydoras
Distribuição: América do Sul; rios costeiros no sudeste do Brasil, entre o Espírito Santo e Paraná
Tamanho Adulto: 6 cm (comum: 4 cm)
Expectativa de Vida: 10 anos
Comportamento: pacífico, gregário
pH: 6.0 a 7.6 — Dureza: 2 a 15
Temperatura: 18°C a 26°C

Distribuição e habitat

Ocorre em toda zona costeira da região sudeste brasileira nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo, além do sul do Brasil no estado do Paraná.
Habitam rios menores e pequenos riachos com substratos macios e bancos de areias.

Descrição

Corydoras nattereri é um dos peixes mais comuns entre aquaristas.
São respiradores de ar facultativos e possuem o intestino modificado e altamente vascularizado que evoluiu para facilitar a absorção de oxigênio atmosférico, podendo sobreviver em águas com baixo nível de oxigênio.
Possui dois espinhos em suas extremidades junto as nadadeiras peitorais, este mecanismo serve como defesa contra predadores. Ao ser molestado, os espinhos são projetados ferindo o predador. São capazes de perfurar a pele humana e uma ‘picada’ pode ser muito dolorosa, por isso deve-se ter atenção durante o manuseio.
Esta espécie possui senso olfativo bastante evoluído e seus barbilhões permitem que ela encontre alimentos enterrados no substrato. Como a maioria dos peixes gatos, é uma espécie blindada não possuindo escamas, apresentando duas fileiras de placas ósseas em cada lateral de seu corpo cobrindo a região da cabeça.
Considerados como peixes de “couro” e possuem uma camada bastante fina de muco epitelial externo, não suportando a presença de sal na água, podendo facilmente levá-lo a morte por desidratação devido a diferença osmótica criada.

Criação em Aquário

Aquário com dimensões mínimas de 60 cm de comprimento e 30 cm de largura desejável.
Usar preferencialmente substrato fino de areia ou cascalho arredondado, evitando o uso de cascalhos pontiagudos que poderá danificar seus barbilhões e boca. Espécie aprecia aquário com bastante plantas e refúgios formando áreas sombrias.

Comportamento

Comportamento extremamente pacífico e adequado para aquário comunitário com peixes igualmente pacíficos e de pequeno porte.
Mantenha sempre em grupo de no mínimo seis indivíduos ou mais, desta forma ficam mais confiantes e ativos.
Devido sua capacidade de respirar ar atmosférico, comumente pode ser visto nadando rapidamente até a superfície para engolir ar e voltar para o substrato para repousar.
Conhecidos por “piscar” os olhos, quando na verdade os olhos giram em suas órbitas causando a impressão de estarem piscando.

Reprodução

Ovíparo. Durante ritual de acasalamento, o casal assume a posição conhecido como “T”, com o macho assumindo a parte superior do “T” e a fêmea posicionada perpendicularmente a ele. A fêmea prenderá de dois a quatro ovos entre suas nadadeiras pélvicas, onde o macho irá fertilizá-los durante cerca de 30 segundos. Só então a fêmea nadará para um local adequado onde ela depositará os ovos adesivos, normalmente em alguma superfície plana como o vidro do aquário, raízes e folhas. Este processo será repetido por inúmeras vezes.
Período de incubação dura em torno de 4 a 5 dias quando as larvas eclodem e estarão nadando livremente em 3 dias depois. Não ocorre cuidado parental.

Dimorfismo Sexual

Machos são ligeiramente menores do que as fêmeas, esta última é mais encorpada e possui a região ventral maior e mais dilatada. Como na maioria das Corydoras, são facilmente distinguidos olhando de cima. onde as fêmeas são mais encorpadas (barriga maior e mais arredondada) do que os machos.

Alimentação

Onívoro, em seu ambiente natural se alimentam de vermes, crustáceos, insetos e matéria vegetal. Em cativeiro aceitará alimentos secos e vivos sem dificuldades. Como a maioria das Corydoras, irão comer alimentos que se depositam no fundo do aquário.
Esta espécie costuma ser mais ativa a noite, devendo fornecer alimentos ao apagar as luzes do aquário, embora se alimentem também durante período diurno, porém são lentos para comer podendo não competir com outros peixes pelo alimento.
Infelizmente estes peixes são taxados erroneamente como peixe limpador e que se alimentam de restos de rações e fezes dos demais peixes. Sob nenhuma circunstância deve-se esperar que sobrevivam com ‘sobras’ de outros habitantes do aquário e muito menos de fezes de outros peixes, devendo ser fornecido alimentos apropriados incluindo rações específicas para peixes de fundo e alimentos vivos regularmente.
Etimologia: CorydorasCory = capacete + doras = pele. Nattereri; nomeado para homenagear o Sr. Johann Natterer, famoso naturalista e explorador austríaco.
SinônimosCorydoras juquiaae, Corydoras nattereri triseriatus